Nasci em 1947 em Hamburgo, Alemanha, depois da Segunda Guerra Mundial. Meu pai, jornalista que era, acreditava que escrever não era coisa séria, então me sugeriu que seguisse a engenharia. E adivinhe? Eu segui o conselho dele. Acabei me tornando engenheiro biomédico e trabalhei em vários projetos hospitalares por aí, em ministérios de saúde de países na África e na América Latina.
Agora, sobre a minha vida pessoal? Bem, ela nunca foi exatamente “linha reta”. Casei e divorciei três vezes, conheci mulheres e, claro, o amor, em três continentes diferentes. Foi aos 35 anos que pisei no Brasil pela primeira vez e, posso dizer, foi amor à primeira vista. Me apaixonei perdidamente pelo país.
Hoje, meus filhos já estão grandes, eu construí minha casa, plantei uma árvore, e escrevi até minha autobiografia. Afinal, o que mais um homem deveria fazer? E a cereja do bolo: eu, que nunca imaginei, agora adoro escrever.